terça-feira, 2 de junho de 2009

Quem tem medo do lobo mau, lobo mau...

Chapeuzinho vermelho. Armadilhas. Vovozinha. Lobo mau.
O que vem à sua cabeça diante destas palavras?!
A famosa estória que a gente ouvia quando criança não se resume
a contos. Claro que hoje ela entra em cena de uma maneira bem
diferente e formatada na vida de cada um de nós.

Confessa, vai! Em algum momento você já se deparou diante de uma cilada.
Alguém armou uma emboscada cheia de artifícios e tcharãm... você caiu!!!!!!!

A gente vai vivendo, vendo as experiências alheias e diz:
- "Não sei como algumas pessoas deixam-se ludibriar por outras tão sagazes.
Eu não caio assim facilmente no conto do vigário. Sou esperta, tá vendo aquela menina ali? Que tonta, né?! Vive com os pés na Lua e esquece que vive na Terra."

Que atire a primeira pedra quem nunca julgou uma situação de fora com a facilidade que é abrir a boca e apontar a fraqueza dos outros.
Na prática a teoria é outra! (Tenho dito.)


Lembro agora de como a serpente seduziu Eva, de como o rei Salomão deixou-se
conduzir por tantas mulheres, de como Judas traiu Jesus e de tantas outras
coisas que foram levadas por uma só: a sedução. Sedução pelo conhecimento do
bem e do mal, pelo prazer ou por 30 moedas de prata.

Interessante. Instigante. Curioso.

Não quero aqui justificar a traição, a fraqueza ou a desobediência. Pelo contrário, estou tentando descobrir à medida que escrevo quais são as minhas fraquezas e quem são os coadjuvantes da minha "estória" em que certamente não tem lobo mau, nem vovozinha, mas tem lanchinho (pequenos prazeres), tem homem longe de ser o mocinho da trama e tem não uma garotinha indefesa que usa roupa com capuz vermelho, mas uma menina graciosa se achando esperta e adentrando "floresta" destemida de prováveis perigos.

Será que ela cai?! Ainda estou me perguntando se pisei no laço da emboscada, se estou amarrada à ele ou se estou me levantando.

Não ingênua, nem boba... fui seduzida por algo que eu tanto busquei.

E você, já sentiu-se seduzido por um lobo mal??????

Beijo!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Turbulência, apertem os cintos!

Eu devia estar respirando aliviada, primeiro porque hoje é sexta-feira e vou passar dois dias longe desse stress que é trabalhar numa empresa onde nem de longe "as pessoas" são normais (e tu há de concordar, né Priscila?!), segundo porque tive uma semana cheia, turbulenta e bastante estressante - o que me induziu a ficar irritada, nervosa e a descarregar um excesso de adrenalina bastante pesado. Eu estava realmente tensa, além de receber a visita da srª. arritmia, que deixou meu coração literalmente desequilibrado.
Resumindo: a explosividade e insatisfação foram contínuas durante esses dias.


Motivos?! Eu os tinha de sobra.
Tudo começou sábado quando eu doente (de cama mesmo) tive um tique nervoso, um acesso de raiva por causa de uma ligação que durou meia hora e foi frustrante. Frustrante mesmo. Eu tinha um objetivo que acabou sendo impedido. E além de ter sido destroçado, veio junto com palavras infelizes, mal colocadas e sarcásticas. Mas se alguém neste mundo se referiu a mim como uma pessoa bárbara, teria então neste dia mil e um motivos para me chamar de coisas muito piores. Aliás, eu sei o que é despótica sem precisar consultar o dicionário.
(isso seria tema de outro post, deixa pra lá!)

Tenho uma peculiaridade que é de não saber esconder raiva. Quando estou desapontada, fico visivelmente chateada e me torno um rolo compressor. Saio passando por cima de tudo, dando cabeçada mesmo e não guardo almoço pra janta. E se tem uma coisa que me tira do sério é palavra quebrada. Palavra quebrada é coisa muito grave para Samantha. Primeiro porque prezo gente honesta consigo mesma e com os outros, segundo porque minha carta de credibilidade com as pessoas com quem convivo é sempre muito bem dada. Sou assim, prefiro dar crédito.


Ok, ok!!!!! Domingo, mesmo não estando recuperada (de saúde), porque meu estado espiritual estava ótimo, lá vai eu pra reunião de equipe daquele bendito trabalho da faculdade dado há meses, mas que ninguém nunca chegou a uma conclusão. O detalhe era que tínhamos que apresentar 3 dias depois. E essa apresentação seria do projeto de uma empresa onde demonstraríamos toda a sua esquematização. Montar a empresa e vender o peixe. Basicamente isso. O fato foi que passou de basicamente para complicadamente, pois eu me meti numa equipe sem foco, disciplina, organização e que não deu a devida importância ao trabalho, começando por mim. Não me isento dos erros, mas também reconheço que se alguém se importou em mostrar uma coisa bem feita fui eu, tanto que estava ali em pleno domingo com menos da metade do grupo, mas que finalmente deu um desfecho pro trabalho. É aquela história de empurrar com a barriga até onde der, e nos 44 do segundo tempo, dá-se um jeito (coisa da raça mesmo).
Fiquei mais aliviada com o progresso alcançado, mas não menos preocupada pela apresentação que viria e também pela falta de conexão do grupo em sua totalidade.

Daí, vem a bendita semana que liga trabalho à estudos e que está me deixando estafada.
Tenho dado conta do recado direitinho, embora não seja fácil conciliar emprego e faculdade.
Encontro dificuldade nessa questão de acompanhar todas as disciplinas porque infelizmente não disponho de tempo suficiente para me dedicar como de fato devo (e quero!). E fim de período é aquela correria, né?! Entrega trabalho aqui, faz seminário ali, e estuda pra prova acolá... espero me desdobrar em 10 para não ter que fazer prova substitutiva.
Quanto ao meu serviço, gente o que é isso????!!!! Estou pensando em fazer um ritual antes de sair de casa, sei lá... procurar uma mandinga infalível para me afastar das sombras obscuras e aterrorizantes do mal humor e falta de polidez (veja como estou sendo bondosa ao usar as palavras) que circulam no meu ambiente de trabalho. Chuta que é macumba, viu?! Aff!!!!!!!!
Não nego que muitas vezes tenho vontade de ... deixa pra lá!!!!!!!!

Bom, como disse no começo do post, eu deveria estar mais leve e respirando aliviada, pois a apresentação do trabalho foi ontem e de uma maneira surpreendente nos superamos, arrancando aplausos da turma toda e fazendo realmente uma boa apresentação, diga-se de passagem fui eu quem apresentei, porque por unanimidade me nomearam para tal ofício.
O povo lá da sala adora a minha voz e acha muito boa a minha dicção... uiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!
O fato é que ainda não posso sossegar meu facho porque a sobrecarga ainda não foi amenizada, terça-feira tenho que apresentar um seminário e ainda não tenho conteúdo e nem visitei a empresa que eu junto com a equipe fui incubida de visitar.

Semana arretada, não?! Senhores, apertem os cintos, pois o avião vai decolar e turbulências não estão descartadas. Pelo contrário, acho até que teremos bastante agitação.

Que venha o fim de semana. Beijinhos e fiquem com Papito do Céu!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ossos do Ofício


Eu sempre escrevi, desde que me entendo por gente. Tenho relatos da época da adolescência. Quando tinha uns 12 anos, eu já escrevia sobre o que me acontecia. Hoje, eu percebo que tive um bloqueio - o que me levou a desabafar em cadernos que guardo até hoje. Eu chamaria de diários, mas como não era escrito todo dia, eu não definirei assim. Muitas vezes me senti reprimida. Quando eu tentava me explicar, era coibida. E quando de fato conseguia, a carta de crédito nunca era a meu favor. Por isso, sempre tive essa ambivalência: sentindo o que não transmitia e transmitindo o que não sentia. Exatamente isso! Toda essa situação contribuiu diretamente para a formação da minha personalidade.


Quando aderi ao blog não foi tanto uma inovação para mim, pois tinha já meu vício; no entanto mais íntimo e pessoal. A diferença aqui, é que ao passo que divulgo minha página, um ciclo vicioso vai ganhando força, fazendo com que meu blog fique menos anônimo. Aí, entra a questão: o que escrever em um blog, se já não é mais só você e sua melhor amiga que acessam seu conteúdo?!

Bom, blog é um diário virtual. Sendo assim, você narra não só seus acontecimentos, mas expõe suas idéias e fala do que pensa e o que sente diante da vida. O narrador vai além do seu cotidiano, ele abre alguma janela da sua alma, dando às pessoas a oportunidade de conhecê-lo um pouco mais, e até dividir suas histórias.
E o meu blog, este que você está vendo (e lendo) agora é um blog imparcial com toda a sua PARCIALIDADE. Não sou explícita a ponto de colocar aqui algo que eu não queira que o público saiba. Nem vou revelar acontecimentos íntimos e momentos pessoais dos quais eu quero desfrutar apenas com quem é vivido e dividir apenas com quem confio ou guardar apenas para mim.
Adoro fazer minhas postagens, escrever o que penso e traduzir minhas emoções, porém quando eu quiser registrar algo marcante demais, eu vou lá no meu "caderno" e o faço. Nele ninguém mexe, a ele só eu tenho acesso e leio e releio quando bem entender.

Vou tentar exemplificar:
Se conheci alguém legal e não vejo problema em falar dele no meu blog, eu posto sobre ele; se eu não quiser falar dele para quem está na arquibancada, eu simplesmente não falarei. Ou melhor, falarei pro meu caderno, pras minhas folhas em branco.

Se eu beijei um cara ontem e quiser fazer disso um texto pro meu blog, farei; caso contrário eu deixo "in off".

Se eu tiver a infelicidade de ver o namorado de uma amiga com outra, eu jamais usarei isso para aumentar as visitas do meu blog, mas certamente refletirei sobre isso. E conversarei sobre isso comigo mesma chegando a alguma conclusão.

Resumindo: aqui, no meu espaço eu falo do que quero, como quero e quando quero, nunca extrapolando os limites da minha privacidade ou da privacidade do outro.
É até um tipo de desabafo o que estou fazendo.
Tem gente que acha que pode dar sugestão nas coisas que escrevo ou até mesmo manipular as minhas histórias. Eu não preciso abrir minha vida só pro número de visitas aumentar, nem sou contadora de estórias.
Aqui tudo é real como a dona. Acreditar ou não é uma questão de escolha, ou de coerência, eu diria.

No seu espaço, manda você. No meu, mando eu! Recado dado!!!

Boa semana gente do meu coração!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Gripe Felina... Atchiiim-iau!!!!!

Redoxon, Targifor C, Amil. Dor de cabeça? Doril! Gripe? Benegrip. Sim, obrigado. A virose me pegou. Já que estamos em tempo de gripe suína, que eu seja contagiada somente pela "felina". Uau!!!! =P
Saindo daqui, vou pra faculdade. Ai, nem tenho dormido direito, sabia?! Dei pra ter sonhos e passo a noite revirando por causa deles. Sonho com o quê?! Matemática e tudo o que envolve funções: função crescente, decrescente e mais o puto que o inventou. Aff! Tirando os trabalhos que tenho pra fechar em grupo, sabe?! Nada mais, nada menos que montar uma empresa (ficticia, óbvio!) e fazer um seminário sobre ética em vendas, sendo obrigatória a visita em uma empresa. Eu aguento?! O detalhe é que tenho uma semana pra fechar essas pendências todas. Ou eu passo o fim de semana todo me matando de estudar e pesquisar, ou to lascada!!!
E claro, ficarei com a primeira opção!


Depois quero chegar em casa. Preciso descansar fisica e mentalmente. Descobri umas coisas nada legais. Coisas de saúde. Mas só falo quando tiver certeza, não quero assustar ninguém. Vou me consultar direitinho, fazer um check-up e confirmar a dedução. Medo. Procrastinação. Adiei, adiei... fugi, fugi... e agora estou contra a parede. Ou eu vou logo de uma vez e ouço o que tenho que ouvir, ou to lascada de novo, rs rs!!

Que merda, tô mal, ando mal. Mas também ando de ônibus, van, moto-táxi. Que que tem? Ando como posso, posso? Me dá uma licença e um espaço pra eu sentar. Readquirir o equilíbrio, o tino, sem desatino. Fico assim quando meto os pés pelas mãos e tenho vontade de tomar uma dose de soda caústica. Ou quem sabe me jogar no primeiro caminhão que passar na minha frente?! Vocês não tem idéia de como eu me reprovo quando ajo movida pelas emoções burróides de um sentimento maior. Aff (de novo!)

Tô longe pra merrda (adoro falar MER-DA). Tô longe de casa. Da faculdade. E daqui a uns minutinhos vou pra parada pegar um onibus que não estará vazio e vou fazer um trajeto de uns 50 minutos pra chegar no meu destino cruel. Realengo, hein?! Tô longe de realonge. Tem que ir pro outro lado de lá e não pro de cá. Pare o ônibus, eu quero descer!!!! Ah, o mundo... ele não corresponde às minhas expectativas.

Ainda bem que não estou namorando, não casei e não vou casar tão cedo, só assim, ninguém pra me esperar. Na porta. Ah, peraí... tem mamãe. E a primeira coisa que ela fala quando eu coloco o pé dentro de casa é: "tem pão na mesa, suco na geladeira, e comida no fogão." Só ela e vovó pra querer me empurrar comida a força. Como besteira na rua e não preencho esses desejos nutritivos maternais em casa.
Não, tudo bem, já me acostumei a viver em coletividade familiar, embora eu me encerre na solidão do meu quarto, fazendo minha estranha família achar que eu me isolo por ser depressiva e que não gosto de ninguém, além de mim mesma. Eu, depressiva e egocêntrica! Tá certo.

Uma estranha. Assim que os de casa me veem. Com ninho e sem roupa de linho. Alguém quer a minha vida?! Fico assim, perplexa. O povo brasileiro adora me rotular. É assim, pros da rua: a desatinada. Pros de casa: a sem alma. É a vida. E fico assim. Sou lesada mesmo. Meu ex-companheiro de ex-trabalho se referia a mim assim todo santo dia. Lesada.

No caminho, sem carinho que teria se houvesse alguém me esperando sem fuzil, sabe? É que fico assim quando tomo Redoxon, sabe?! Bolada, desequilibrada. Fico como? Fico besta que só de ver.
Assim que nem agora. E nem se espantem, sou eu mesma, Samantha que estou escrevendo. É que como não reclamo da vida, de nada, pode soar estranho. Mas de vez em quando eu me revolto mesmo. E o que tem de mal? É a estranha mania de ser humana que nem vocês.

E se chover? Fico na chuva uai, só assim o efeito passa. Aliás, aqui não acontece outra coisa que não seja essa: cho-ver!!! E se molha minha roupa? Depende, só quando eu tomo Redoxon e fico assim, sabe? E acabo caindo em alguma poça. Da tal chuva. Ou então passa um onibus e me dá um banho grátis.
Isso, Dotô, é Redoxon. O nome dessa salvação. REDOXON. Me arruma mais??

Tomei uma hoje. Fiquei assim.


terça-feira, 19 de maio de 2009

Bons Frutos

Quem planta, colhe! (Já dizia o ditado popular. E diz a Biblia também!)

Fico muito feliz em ser útil. Não há nada que me agrade mais que ter uma parcela de contribuição para a alegria de alguém. E quando é para mudar uma situação em benefício de outrem, o sentimento de recompensa é ainda maior.

Graças a Deus, sou bem disposta a ajudar o próximo e não meço esforços para tal feito.
Quem é meu amigo sabe que pode sempre contar comigo e que tenho um coração generoso.

Ontem, entrei em contato com "o rei", já eram 22h30 e senti uma vontade irreprimivel de falar com ele. Talvez por eu ter me mantido sob controle durante vários dias e não me mostrar mais tão presente, eu achei que fosse legal esse contato alternado. Me surpreendi, viu?!

De 10 vezes que eu perguntava se ele tava bem, 11 ele dizia que NÃO e enumerava uma série de dificuldades que enfrentava. Nunca tinha visto homem pra reclamar tanto da vida e sempre ter um problema. Se ele tivesse uns 70 anos, seria até compreensivel, mas não, eu falava com um homem de trinta anos muito bem colocado na vida. Eu via como rabugice mesmo. Enfim, cada um sabe o tamanho da cruz que carrega. Mas a minha opinião é que ele dimensiona(va) os problemas dele além da conta.

A minha surpresa foi de falar com um cara otimista, animado e com um astral pra lá de bom. Ele tava tão feliz que até deu medo, sabia?! Juro!!!
Disse que não vai mais reclamar de tudo (como fazia), que tá tudo bem, que a vida é bela, e que ele está enxergando as coisas de uma maneira bem diferente, entre outras coisas que não me vêm a mente agora. Até me incluiu nessas coisas boas aí. E emendou dizendo que o livrinho que emprestei a ele é muito bom! (BINGO!!!!!)

Eu tinha certeza que "aquele livrinho" faria algum efeito no espirito dele. Primeiro porque o livro em si já é renovador. Não há quem o leia e não se sinta revigorado, amado e valioso. Marca, sabe?! Segundo porque eu sentia que era nas mãos dele que o livro tinha que estar.

Bom, meio caminho andado. Se ele tiver que contar comigo nesse trajeto que vem tentando traçar, não sou EU quem vai dizer NÃO. Acho até que tem muito chão pra andar. E em nenhum momento desisti dele como pessoa.

Estou aqui. Sempre. Pro que for preciso. Pra dar a mão, compreender, ouvir, apoiar e dar um empurrãozinho de vez em quando.

Se ele está bem, eu estou bem. Se tanta mudança surtiu das páginas de um livro inspirado por Deus, ótimo! Se não, que continue tendo motivos para alegrias, pois a vida não pára e a cada instante encontramos razões para sorrir e ser feliz.

Termino com o título do livro, que penso em comprar vários exemplares e sair distribuindo pra todo mundo encontrar luz em meio a escuridão:

"CONHECER JESUS É TUDO!"
 


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