Semana corrida com fim de período na faculdade...
Provas, seminários, trabalhos e ainda um work shop...
Por isso, deixo estas fotinhos pra vocês - que tirei em um intervalo -
o bom é que até agora, estou alcançando bons resultados. De fato,
este 3º período foi o mais "tranquilo". Rumo à metade do curso.
Beijos!!!!!!!!!!!!!
*Cenário das fotos: jardim da empresa*
*Máquina: by Priscila*
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Já passei dessa fase...
Ontem fiz duas apresentações na faculdade, as duas foram ótimas, no entanto, a que mais esperei e pra qual melhor me preparei foi pro seminário de Psicologia, simplesmente muito bom.
Me empenhei, estudei o assunto e dominei bem a apresentação. É tão compensador quando a gente faz as coisas com dedicação, vale muito a pena. Ver a professora balançando a cabeça positivamente a cada fala minha então, foi bacana. Certamente, isto quebrou alguns paradigmas.
Um dos temas discorridos pela minha equipe foi Inteligência emocional e vou compartilhar um pouco com vocês NÃO do que apresentei ontem, mas do que penso em relação ao assunto.
Eu sou muito pé no chão, sabe?! E ao mesmo tempo pavio curto, estourada, impulsiva e bastante inquieta, mas percebo que com o tempo e o ambiente, vamos perdendo um pouco dessa intensidade de características. E eu confesso a vocês, que aprimorei muito certas qualidades no ambiente de trabalho - que para mim é um contínuo exercício de aprendizagem e paciência.
O que me irritou ontem, não me irrita hoje;
o que ontem eu NÃO admitia, hoje eu ABSTRAIO;
não é MAIS importante hoje, o que eu achei relevante ontem.
Convivo diretamente com pessoas de temperamento difícil, e se eu colocar o meu lado mais esquentado em ação, as coisas vão ficar muito complicadas. Então, tudo muda de lugar.
Hoje, tento ser mais tolerante com as pessoas, meu grau de paciência aumentou e muito, e sou resiliente, como disse o patrão certa vez.
Encontrar equilíbrio, em qualquer setor da vida, é uma constante busca, por isso somos humanos, cheios de imperfeições e habilidades a serem treinadas. A vida nos ensina muito, desde pequenos até adultos, e a inteligência emocional não é inata, se adquire.
Graças a Deus, ao tempo, e às pessoas, eu a tenho adquirido, e sei que quanto mais o tempo passar, quanto mais eu passar pelas pessoas, ela será melhor alcançada.
"Não finja ignorar as atitudes que incomodam." (David Niven)
A frase acima é ótima, pois se encaixa perfeitamente no que quero dizer.
Tudo o que me incomodou/ incomoda/ incomodorá não passa despercebido, pois sou muito franca.Quando me incomoda, falo mesmo, vou atrás, ponho os pingos no "is", e corto todos os "tês"; e digo pra você com todo o bem-estar do mundo, se eu NÃO respondi por algo que possivelmente pudesse me ferir, é porquê sinceramente NÃO me incomodou, não tem mais importância, NÃO é digno de uma fala minha, é totalmente irrelevante. (Até porquê SE eu for falar alguma coisa com todas as informações que a vida me trouxe, vou causar rebuliço na vida de não apenas uma pessoa, e como não quero trazer conflitos pra vida de seu ninguém, fica assim e vamos todos ser felizes)
De algumas coisas a gente desiste, de outras a gente esquece, e muitas mudam.
Tudo bem, nada a reclamar. Só não mexam com minha língua se ela pode te prejudicar.
Beijos em vocês que apreciam meus textos,
e você que tem isso aqui como besteira, por que
não vai ler um blog do seu interesse, hein?
=D
terça-feira, 18 de maio de 2010
De quem sentir saudade...
Você passa em determinado lugar e sente... saudade
Você ouve uma voz e sente... saudade
Você vê alguém que te faz lembrar outra pessoa e sente... saudade
Você revê cenas em sua memória e sente... saudade
Você ouve uma frase e sente... saudade
Você cheira um perfume e sente... saudade
Quem não sente saudade?
Todo mundo, sob alguma circunstância, já sentiu saudade de uma pessoa ou de um momento.
Mas de QUEM sentir saudade?
Bom, quando esse sentimento invade você, é sem dúvida, por alguém, no mínimo especial.
Alguém que mexeu com os seus pensamentos, que te fez rir ou chorar, que te motivou a agir
de maneira diferente, que te proporcionou momentos agradáveis, alguém com quem você conversou horas e sequer viu o tempo passar, alguém que foi ao seu encontro em busca de uma luz, alguém que fez você quebrar algumas convenções, alguém que te notou, alguém que te buscou na faculdade, alguém que gostava de pegar sua mão...
Sabe, hoje percebo, que pra você sentir falta de alguém, não precisa ser necessariamente aquela pessoa por quem você suspirou, que tirou o teu sono, que fez você enlouquecer de paixão. Não precisa ser o seu ex-namorado, pode ser simplesmente alguém que passou pela sua vida sem ter tornado ela um vulcão.
Pensa junto comigo: você nem sempre vai sentir saudade de quem te machucou ou te desapontou, por mais que seu coração estivesse apaixonado, porque a paixão não deleta certas frustrações e nenhum ser humano sensato gosta de sofrimento, mas lembrará sempre com carinho de alguém que mesmo sem certo suspiro, o tempo todo te fez bem, ou pelo menos, tentou.
E hoje, eu gostaria de "matar saudades" de alguém que sempre vou lembrar com enorme carinho por ser extremamente especial e ter despertado em mim essa "saudade tão boa".
Beijos, beijos, beijos... e o Rio de Janeiro que me aguarde!
terça-feira, 11 de maio de 2010
Que Era é essa?
Estamos na era do "fast-food" e da digestão lenta, do homem grande de caráter pequeno, lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de 2 empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das "rapidinhas", dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. ;*
Estou meio em dívida com o blog, pois não tenho dado a devida atenção a esse "meu filhinho" que tanto gosto, e nem tenho escrito da maneira como gostaria - aquela que é de minha própria autoria, mas é que na verdade, nem tem acontecido coisas grandiosas, sabe? Que mexam verdadeiramente com o meu coração e me façam expressar relevantes emoções. #maré baixa#
Sendo assim, fica o texto acima, que retrata um pouco de como a vida anda louca e os valores invertidos.
BOA SEMANA
segunda-feira, 26 de abril de 2010
ENTRE AMIGOS
Foi escrito no dia + lindo do ano:12 de abril (de 1999)
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contruído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contruído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
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